A parte mais difícil é fazer com que o coração e o cérebro trabalhem juntos.
No meu caso eles não são nem amigos,mas talvez graças a esse fator,tenha me tornado
um ser racional por completo. Sim,quero dizer exatamente isso,livre de sentimentos,e completamente
descrente em qualquer coisa,Amor,religião,ciência,duendes,fadas,Deus, e qualquer outra utopia humana!
Dizem que isso talvez seja um trauma,de infância,não sei ao certo mas quando eu era pequeno, meus pais descobriram que eu tinha tendências masoquistas. Aí passaram a me bater todo dia, para ver se eu parava com aquilo, creio que tenha funcionado,em partes.
Mas o que eu queria dizer ao certo é que queria apenas (isso é mentira) escrever como os outros,suas fantasias,sonhos,aventuras,mas cheguei a conclusão que isso é impossivel para mim, pois so consigo escrever sobre a pior coisa que existe, homens e mulheres,sei que não posso reclamar,pois é tudo de concreto que temos,talves de mais complexo,apesar de ter problemas com cubos mágicos.
Mas as vezes leio um par de poesias, e conclui que tudo gira em torno de sexo, por que realmente acho que o unico amor eterno é o não correspondido...de fato não posso ser convicto disso,pois convicção seja a maior inimiga da verdade do que a mentira, mas ai entra a questão.SEXO, é o que está na cabeça do povo,dos poetas, dos tarados pervertidos,dos cristãos,do mocinho (da mocinha) e do ladrão. Assim sexo só e sacanagem quando é mal feito,dito isso o resto é a unica esperança que há para nós.
Pecado é não fazer,tanto para a continuação da espécie quanto para o prazer.
CONTINUA....
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
SOLUÇO
Era madrugada e ainda doía
Mas já não era o medo
Daquele passo largo
Era a tristeza nunca proibida.
Ainda era noite e já doía
Mas não era o estranho que lhe assustava
Nem o insulto da silenciosa frieza
Era a garra da íris que lhe rasgava.
Já era o dia e parece que
A dor não tem inicio
Veio o vento com o seu murro afoito
Veio à buzina a grafitar seu grito
Veio ao estacionamento e no seu olhar, suplício.
Agora já não era dia, nem noite
Nem mesmo a madrugada ali havia
Era apenas um rosto inchado
Que do seu modo, ancorado,
De nada mais sabia...
Mas já não era o medo
Daquele passo largo
Era a tristeza nunca proibida.
Ainda era noite e já doía
Mas não era o estranho que lhe assustava
Nem o insulto da silenciosa frieza
Era a garra da íris que lhe rasgava.
Já era o dia e parece que
A dor não tem inicio
Veio o vento com o seu murro afoito
Veio à buzina a grafitar seu grito
Veio ao estacionamento e no seu olhar, suplício.
Agora já não era dia, nem noite
Nem mesmo a madrugada ali havia
Era apenas um rosto inchado
Que do seu modo, ancorado,
De nada mais sabia...
domingo, 4 de dezembro de 2011
conversas clandestinas
-Como estás?
-Não te posso responder a essa pergunta.
-Porquê?
-Porque não sei como me sinto.
-Sabes? Acho que nunca conheci uma rapariga tão forte como tu, tu és tão grande que ninguém te consegue mandar abaixo em situação alguma.
-Talvez não seja bem assim.
-Já paraste para pensar na quantidade de amigos que tens à tua volta e que se preocupam realmente contigo? Já paraste para pensar mais em ti? Pensa em ti, deixa o resto, ele é que te deixou a ti, não foste tu a ele, tu tens amortecido todas as quedas dele, todas, e quando é que amoleceu as tuas? Nunca pois não?
-Eu sei que tenho amigos que se preocupam realmente comigo. E por pensar em mim é que me consigo levantar todas as manhãs, sei que ele não amoleceu as minhas quedas, mas eu como amiga dele amoleci as dele, nunca o quis magoar, foi por isso que fui tão burra ao ponto de me fazer de parva, e de amortecer mais uma queda dele!
-E quando é que isso vai acabar?
-Não sei, talvez um dia, mas para mim quando se é amigo, é amigo para tudo, e eu nunca lhe quis mal, muito menos agora.
-Ele não pensa assim.
-Eu sei, mas se fossemos a pensar os dois o mesmo andávamos os dois mal, e assim eu amorteço as quedas dele e as minhas aguento-as sozinha, porque eu sou forte e ele não o consegue ser perante estas situações.
-Tu és tão teimosa ao ponto de te fazeres sofrer a ti própria, mas a tua coragem e força, fazem-me impressão juro que gostava de ser assim, estar mal, e ter sempre um sorriso no rosto, sempre uma brincadeira, tu não deixas passar nada do que sentes para os outros, mas como é que consegues aguentar tudo sozinha? Como é que consegues meter tudo aí dentro, dentro desse teu coração?
-Sabes? Há coisas que mais vale não perceberes!
-Não te posso responder a essa pergunta.
-Porquê?
-Porque não sei como me sinto.
-Sabes? Acho que nunca conheci uma rapariga tão forte como tu, tu és tão grande que ninguém te consegue mandar abaixo em situação alguma.
-Talvez não seja bem assim.
-Já paraste para pensar na quantidade de amigos que tens à tua volta e que se preocupam realmente contigo? Já paraste para pensar mais em ti? Pensa em ti, deixa o resto, ele é que te deixou a ti, não foste tu a ele, tu tens amortecido todas as quedas dele, todas, e quando é que amoleceu as tuas? Nunca pois não?
-Eu sei que tenho amigos que se preocupam realmente comigo. E por pensar em mim é que me consigo levantar todas as manhãs, sei que ele não amoleceu as minhas quedas, mas eu como amiga dele amoleci as dele, nunca o quis magoar, foi por isso que fui tão burra ao ponto de me fazer de parva, e de amortecer mais uma queda dele!
-E quando é que isso vai acabar?
-Não sei, talvez um dia, mas para mim quando se é amigo, é amigo para tudo, e eu nunca lhe quis mal, muito menos agora.
-Ele não pensa assim.
-Eu sei, mas se fossemos a pensar os dois o mesmo andávamos os dois mal, e assim eu amorteço as quedas dele e as minhas aguento-as sozinha, porque eu sou forte e ele não o consegue ser perante estas situações.
-Tu és tão teimosa ao ponto de te fazeres sofrer a ti própria, mas a tua coragem e força, fazem-me impressão juro que gostava de ser assim, estar mal, e ter sempre um sorriso no rosto, sempre uma brincadeira, tu não deixas passar nada do que sentes para os outros, mas como é que consegues aguentar tudo sozinha? Como é que consegues meter tudo aí dentro, dentro desse teu coração?
-Sabes? Há coisas que mais vale não perceberes!
Para Amanda Seimetz
Na verdade o que a mais que tudo isso!
É amizade,TE AMO como a uma irmã....
as vezes te xingo,e sou estúpido de mais.
As vezes ao inverso.
Mas te amo,e quero é te ver Feliz
acima de tudo.
Minhas desculpas nunca são sinceras.
O que eu quero dizer é sempre exatamente
o que quero dizer,minto,muitas vezes...
Mas pode crer,vou sempre dizer a verdade
quando falar de você.
Quando digo que não quero tu por perto,
de risada em silêncio,ou de risada bem alto!
O que importa é que haja um sorriso teu!
Até eu mudar de opnião...
E Quando não suportar mais olhar
pra minha cara lembre-se
É amizade,TE AMO como a uma irmã....
as vezes te xingo,e sou estúpido de mais.
As vezes ao inverso.
Mas te amo,e quero é te ver Feliz
acima de tudo.
Minhas desculpas nunca são sinceras.
O que eu quero dizer é sempre exatamente
o que quero dizer,minto,muitas vezes...
Mas pode crer,vou sempre dizer a verdade
quando falar de você.
Quando digo que não quero tu por perto,
de risada em silêncio,ou de risada bem alto!
O que importa é que haja um sorriso teu!
Até eu mudar de opnião...
E Quando não suportar mais olhar
pra minha cara lembre-se
Partícula II
(Ler em voz alta)
Tenho em mim
Uma ansiedade voraz
De dizer tudo o que há
Mas... com o tempo...
Aprendi o cultivo
Daquela calma
Que diz:
Tudo
já foi...
Todas as particulas....
Tenho em mim
Uma ansiedade voraz
De dizer tudo o que há
Mas... com o tempo...
Aprendi o cultivo
Daquela calma
Que diz:
Tudo
já foi...
Todas as particulas....
terça-feira, 29 de novembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Plagio Dos Sentidos
Plágio dos sentidos
O poeta não é obtuso
É concreto e astuto.
Vivencia suas alegorias
E dança sob metonímias.
Sepulcro de lirismo
Seco sopro do abismo
Rastro da imensidão.
Franco prostituto dos sentidos
Delírio programado e insone
Forma complexa... da fome.
É tão ficcional que recria a vida.
Desperto, assiste os segundos.
É plágio, tático e enfático!
Poeta não escreve
É concreto e astuto.
Vivencia suas alegorias
E dança sob metonímias.
Sepulcro de lirismo
Seco sopro do abismo
Rastro da imensidão.
Franco prostituto dos sentidos
Delírio programado e insone
Forma complexa... da fome.
É tão ficcional que recria a vida.
Desperto, assiste os segundos.
É plágio, tático e enfático!
Poeta não escreve
Vaga mundos.
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